Exercícios Extra de Matemática
segunda-feira, 20 de maio de 2013
domingo, 19 de maio de 2013
TEXTOS AFEGANISTÃO – SEGUNDO
ANO
Afeganistão
Bandeira do Afeganistão
O
Afeganistão é um país asiático, seu território está localizado no centro deste
continente. Faz fronteira com o Turcomenistão, Uzbequistão, Tadjiquistão,
China, Paquistão e Irã.
Desde a Antiguidade, o Afeganistão tem sido objeto de invasões e conquistas. Esse fato ocorre em razão de sua localização geográfica privilegiada, pois é um ponto estratégico para as relações comerciais e uma área estratégica de fundamental importância para dominar a Índia ou estabelecer domínio na Ásia Central
A área que corresponde ao território afegão tem registros de ocupação há mais de 2500 anos. A região foi ocupada pelo Império Persa por volta de 500 anos a.C., porém, após um século, Alexandre, o Grande, através de suas tropas, invadiu esse território e fundou a cidade de Alexandrópolis.
No século II a.C., povos de origem celta criaram o Império Kushana, principal responsável pela propagação do budismo e por sua inserção na China. No entanto, a região foi integrada definitivamente ao Império Persa no século III d.C., nesse período se iniciou a influência islâmica, religião predominante no país atualmente.
Os povos mongóis dominaram esse território entre os séculos XII e XVI. Em 1747, o monarca Ahmad Shah Durrani unificou a região e logo em seguida consolidou o Afeganistão à condição de Estado – Nação. Em 1887, através de um acordo entre a Inglaterra e a Rússia, ficou estabelecido que o Afeganistão seria área de influência inglesa, o regime monarca na região ficaria sob tutela da Inglaterra, esse processo durou até 1919, quando finalmente o Afeganistão conquistou sua independência.
Porém, o país continua sendo alvo de invasões, em 1979, os soviéticos invadiram o Afeganistão e consolidaram no poder Babrak Karmal, adotando o sistema comunista. A dominação soviética ocorreu durante dez anos, e só chegou ao fim quando o grupo fundamentalista sunita, denominado Talibã (plural de talib, que significa estudante), tomou o poder no país entre os anos de 1996 e 1998.
O país sofreu outra invasão, desta vez uma aliança internacional - liderada pelos Estados Unidos da América - invadiu o Afeganistão após os atentados terroristas ocorridos em 11 de setembro de 2001.
Bin Laden e a Al Qaeda são acusados por serem os responsáveis pelos ataques terroristas nos Estados Unidos. Após confrontos, cerca de 500 combatentes do grupo Talibã e pertencentes a Al Qaeda foram mortos.
O regime instalado no país pelo Talibã chegou ao fim. E, em dezembro de 2004, através de eleições populares, Hamid Karzai foi eleito o primeiro presidente do Afeganistão.
Dados do Afeganistão:
Desde a Antiguidade, o Afeganistão tem sido objeto de invasões e conquistas. Esse fato ocorre em razão de sua localização geográfica privilegiada, pois é um ponto estratégico para as relações comerciais e uma área estratégica de fundamental importância para dominar a Índia ou estabelecer domínio na Ásia Central
A área que corresponde ao território afegão tem registros de ocupação há mais de 2500 anos. A região foi ocupada pelo Império Persa por volta de 500 anos a.C., porém, após um século, Alexandre, o Grande, através de suas tropas, invadiu esse território e fundou a cidade de Alexandrópolis.
No século II a.C., povos de origem celta criaram o Império Kushana, principal responsável pela propagação do budismo e por sua inserção na China. No entanto, a região foi integrada definitivamente ao Império Persa no século III d.C., nesse período se iniciou a influência islâmica, religião predominante no país atualmente.
Os povos mongóis dominaram esse território entre os séculos XII e XVI. Em 1747, o monarca Ahmad Shah Durrani unificou a região e logo em seguida consolidou o Afeganistão à condição de Estado – Nação. Em 1887, através de um acordo entre a Inglaterra e a Rússia, ficou estabelecido que o Afeganistão seria área de influência inglesa, o regime monarca na região ficaria sob tutela da Inglaterra, esse processo durou até 1919, quando finalmente o Afeganistão conquistou sua independência.
Porém, o país continua sendo alvo de invasões, em 1979, os soviéticos invadiram o Afeganistão e consolidaram no poder Babrak Karmal, adotando o sistema comunista. A dominação soviética ocorreu durante dez anos, e só chegou ao fim quando o grupo fundamentalista sunita, denominado Talibã (plural de talib, que significa estudante), tomou o poder no país entre os anos de 1996 e 1998.
O país sofreu outra invasão, desta vez uma aliança internacional - liderada pelos Estados Unidos da América - invadiu o Afeganistão após os atentados terroristas ocorridos em 11 de setembro de 2001.
Bin Laden e a Al Qaeda são acusados por serem os responsáveis pelos ataques terroristas nos Estados Unidos. Após confrontos, cerca de 500 combatentes do grupo Talibã e pertencentes a Al Qaeda foram mortos.
O regime instalado no país pelo Talibã chegou ao fim. E, em dezembro de 2004, através de eleições populares, Hamid Karzai foi eleito o primeiro presidente do Afeganistão.
Dados do Afeganistão:
Extensão
territorial: 652.090 km².
Localização: Oriente Médio.
Capital: Kabul.
Idioma: Pachto e Dari.
Religião: Islamismo 98,1%, outras 1,8%.
População: 28.149.916.
Densidade demográfica: 43 hab/km².
Esperança de vida ao nascer: 43,2 anos.
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH): 0,349 (baixo).
Moeda: Afegane.
Produto Interno Bruto (PIB): 9.358 milhões de US$.
PIB per capita: 345 de US$.
Localização: Oriente Médio.
Capital: Kabul.
Idioma: Pachto e Dari.
Religião: Islamismo 98,1%, outras 1,8%.
População: 28.149.916.
Densidade demográfica: 43 hab/km².
Esperança de vida ao nascer: 43,2 anos.
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH): 0,349 (baixo).
Moeda: Afegane.
Produto Interno Bruto (PIB): 9.358 milhões de US$.
PIB per capita: 345 de US$.
Por
Wagner de Cerqueira e Francisco
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola
Ocupação Soviética do
Afeganistão
Uma paisagem do Afeganistão
Em 1979, a então URSS
invadiu o Afeganistão com o intuito de auxiliar na implantação do socialismo,
pois em 1978, os comunistas tomaram o poder no Afeganistão, os EUA temendo a
expansão soviética tomaram algumas iniciativas, por exemplo, financiaram o
Paquistão onde estavam presentes as bases de ataque. O Afeganistão contava com
a colaboração do combatente Osama Bin Laden.
Com ajuda dos EUA, os Russos
se retiraram momentaneamente, e se instalou uma guerra civil. O Taleban recebeu
dinheiro americano.
O território do Afeganistão
tornou-se ponto de disseminação do extremismo islâmico, com isso a Rússia e a
China temiam que o extremismo e o fundamentalismo islâmico chegassem aos seus
territórios.
Durante a ocupação, cerca de
5 milhões de pessoas abandonaram o país, 3 milhões se fixaram no Paquistão.
Depois de anos de
intervenção americana e lutas armadas, em 1989, as tropas soviéticas estavam
esgotadas e se retiraram do Afeganistão, provocando alvoroço islâmico pela
vitória, isso significou a ascensão islâmica na Ásia central.
Século
XX - Guerras - Brasil Escola
GUERRA DO AFEGANISTÃO
Após o fim da Segunda Guerra
Mundial as principais nações européias que eram potências mundiais na época
ficaram destruídas, pois o conflito armado ocorreu na própria Europa, suas
indústrias foram destruídas impedindo que essas abastecessem o mercado mundial.
Foi a partir desse fato que
os Estados Unidos despontaram, ao abastecer o mercado mundial e financiar a
reconstrução da Europa, isso provocou no país uma ascensão industrial e
econômica, doravante os Estados Unidos se consolidou como a maior potência
mundial, econômica e militar.
A condição de potência
mundial norte-americana fez com que o país pensasse ser o “administrador” do
mundo, e ao longo das décadas os americanos intervêm no mundo todo, com essa
ideologia adquiriram muitos inimigos.
Em 2001, foi empossado como
presidente dos EUA o republicano conservador George W. Bush, filho do
ex-presidente George Bush, com uma mentalidade não muito diplomática e que
coloca acima de tudo os interesses econômicos norte-americanos. Nesse mesmo ano
iniciou a guerra do Afeganistão que foi iniciada por uma série de atentados
terroristas ocorridos em 11 de setembro de 2001, esse foi o estopim da guerra,
pois atingiu profundamente os americanos.
Esse ato terrorista foi
visto simultaneamente no mundo inteiro, que aconteceu quando dois aviões cheios
de gasolina atingiram as torres gêmeas, World Trade Center, em Nova York
(símbolo do poder econômico e do capitalismo), um avião foi lançado no
Pentágono (órgão responsável pela defesa americana), nas torres morreram 3.000
pessoas, no Pentágono houve mais de 100 mortos e milhares de feridos, além de
um terceiro avião que caiu no Estado da Virgínia, esse provavelmente a própria
força aérea americana deve ter abatido, temendo que ele pudesse atingir uma
região com um número alto de pessoas, além de causar prejuízos materiais.
Os atentados foram
provocados pelo grupo terrorista Al-Qaed, financiado pelo bilionário Osama Bin
Laden, um fundamentalista taliban.
Após os atentados, o
presidente George Bush adotou medidas ofensivas ao terrorismo e o alvo central
era o Afeganistão, os EUA contaram com a participação da Grã-Bretanha, de
inimigos do passado como a Rússia e o Paquistão. Em outubro de 2001 os EUA e o
Reino Unido lançaram várias bombas em cidades afegãs, o taliban foi derrotado
ainda em 2001.
O governo americano colocou
no poder um aliado com a incumbência de reconstruir a nação e instaurar a
democracia, marcada pela rivalidade entre as diversidades étnicas e religiosas.
Em 2004, o Afeganistão
ganhou uma constituição e foi realizada a primeira eleição, isso não impediu os
conflitos, pois as ações são realizadas por grupos contrários ao governo.
terça-feira, 7 de maio de 2013
Power of Nature Project
Guidelines
Watch the video and read the info
Take notes of the main points:
Why is it important?
What is hapenning?
Predictions?
Comments – to what extent to you agree?
Prepare one polemic question to class
Organize info to share with classmates
Presentation – 10 minutes / just image / you speak
Be creative
Groups – 3 to 4 students
http://www.bbc.com/future/columns/power-of-nature
Guidelines
Watch the video and read the info
Take notes of the main points:
Why is it important?
What is hapenning?
Predictions?
Comments – to what extent to you agree?
Prepare one polemic question to class
Organize info to share with classmates
Presentation – 10 minutes / just image / you speak
Be creative
Groups – 3 to 4 students
http://www.bbc.com/future/columns/power-of-nature
quarta-feira, 1 de maio de 2013
domingo, 28 de abril de 2013
sábado, 27 de abril de 2013
Projeto Minas -
Inconfidência Mineira X Conjuração Baiana
Ao longo do século XVIII, observamos o desenvolvimento de diversas situações de conflito envolvendo os colonos brasileiros e a administração metropolitana. Nessa época, a ampliação dos impostos, o rigor da fiscalização decorrente da exploração aurífera e a decadência do açúcar foram alguns dos motivos que cercaram a ocorrência dessas revoltas. Para alguns, isso indica o desenvolvimento de um processo que contribuiu para o processo de independência brasileiro.
Mesmo parecendo plausível, devemos assinalar que o reconhecimento de um processo se torna um tanto quanto complicado ao analisarmos a natureza e as diferenças que marcaram cada uma dessas rebeliões coloniais. Entre outros casos, podemos notar que a contraposição entre a Inconfidência Mineira de 1789 e a Conjuração Baiana de 1798 oferece ricos dados na compreensão dessas diferenças que vão contra a ideia de um processo em desenvolvimento.
Assim como a grande parte de nossas revoltas coloniais, as revoltas, mineira e baiana, foram alimentadas por membros da elite insatisfeitos com a ação metropolitana em cada uma dessas regiões. No caso de Minas, os mineradores de Vila Rica e outros membros da elite mostravam-se insatisfeitos com a política fiscal e a cobrança da derrama. Por outro lado, a cidade de Salvador era palco de uma grave crise econômica que se arrastava desde a crise do açúcar e a transferência da capital para o Rio de Janeiro.
Além disso, devemos notar que os participantes dessas mesmas revoltas estiveram diretamente influenciados pela ideologia iluminista. Mais uma vez, notamos o caráter elitista de tais movimentos, os quais eram sustentados por uma elite letrada e, em alguns casos, instruída nas universidades europeias. Sendo assim, observamos que a origem social, análoga a esses movimentos, viria a empreender a busca por objetivos próximos em cada um deles.
No entanto, a despeito de um projeto de nação independente, vemos que a Conjuração Baiana e a Inconfidência Mineira não se separaram apenas por um hiato temporal. A falta de comunicação entre os centros de colonização e a ausência de um sentimento nacional anula qualquer possibilidade de se considerar que tais revoltosos se sentiam integrantes de uma nação que merecia a sua independência. Na maioria dos casos, a autonomia era projetada em esfera local.
Entre tantas proximidades, vemos que a questão da escravidão acabou sendo o ponto que veio a estabelecer uma diferença entre essas duas revoltas. No caso mineiro, a limitação do movimento às discussões de uma elite enriquecida acabou fazendo com que a escravidão não entrasse em sua pauta, já que o fim desta prejudicaria boa parte dos inconfidentes. No caso baiano, a divulgação de panfletos acabou disseminando a causa emancipacionista entre setores populares e favoráveis à abolição.
Assim que a Conjuração Baiana ganhava contornos mais radicais e populares, os líderes intelectuais da causa acabaram se afastando do movimento. Talvez, assim como os inconfidentes mineiros, eles temiam os efeitos de uma revolta emancipacionista conduzida pelas camadas menos favorecidas da população. Por fim, vemos que a revolta baiana se diferenciou da conspiração mineira assim que os agentes sociais de cada acontecimento se diferiram em suas origens e interesses.
Por Rainer Sousa
Mestre em História
Equipe Brasil Escola
ATIVIDADE NO CADERNO
1) Depois de ler o texto acima elabore uma tabela estabelecendo semelhanças e diferenças entre as revoltas.
2)Ler o texto “ O Mito dos Heróis Bandeirantes”. Página 328 e responda o exercício da página 331.
3)Ler “Conjuração Mineira” e “Conjuração Baiana’ páginas 430,431 e 432 e responder o exercícios nº 1 páginas 439 e 440.
BOA ATIVIDADE!!
Inconfidência Mineira X Conjuração Baiana
Ao longo do século XVIII, observamos o desenvolvimento de diversas situações de conflito envolvendo os colonos brasileiros e a administração metropolitana. Nessa época, a ampliação dos impostos, o rigor da fiscalização decorrente da exploração aurífera e a decadência do açúcar foram alguns dos motivos que cercaram a ocorrência dessas revoltas. Para alguns, isso indica o desenvolvimento de um processo que contribuiu para o processo de independência brasileiro.
Mesmo parecendo plausível, devemos assinalar que o reconhecimento de um processo se torna um tanto quanto complicado ao analisarmos a natureza e as diferenças que marcaram cada uma dessas rebeliões coloniais. Entre outros casos, podemos notar que a contraposição entre a Inconfidência Mineira de 1789 e a Conjuração Baiana de 1798 oferece ricos dados na compreensão dessas diferenças que vão contra a ideia de um processo em desenvolvimento.
Assim como a grande parte de nossas revoltas coloniais, as revoltas, mineira e baiana, foram alimentadas por membros da elite insatisfeitos com a ação metropolitana em cada uma dessas regiões. No caso de Minas, os mineradores de Vila Rica e outros membros da elite mostravam-se insatisfeitos com a política fiscal e a cobrança da derrama. Por outro lado, a cidade de Salvador era palco de uma grave crise econômica que se arrastava desde a crise do açúcar e a transferência da capital para o Rio de Janeiro.
Além disso, devemos notar que os participantes dessas mesmas revoltas estiveram diretamente influenciados pela ideologia iluminista. Mais uma vez, notamos o caráter elitista de tais movimentos, os quais eram sustentados por uma elite letrada e, em alguns casos, instruída nas universidades europeias. Sendo assim, observamos que a origem social, análoga a esses movimentos, viria a empreender a busca por objetivos próximos em cada um deles.
No entanto, a despeito de um projeto de nação independente, vemos que a Conjuração Baiana e a Inconfidência Mineira não se separaram apenas por um hiato temporal. A falta de comunicação entre os centros de colonização e a ausência de um sentimento nacional anula qualquer possibilidade de se considerar que tais revoltosos se sentiam integrantes de uma nação que merecia a sua independência. Na maioria dos casos, a autonomia era projetada em esfera local.
Entre tantas proximidades, vemos que a questão da escravidão acabou sendo o ponto que veio a estabelecer uma diferença entre essas duas revoltas. No caso mineiro, a limitação do movimento às discussões de uma elite enriquecida acabou fazendo com que a escravidão não entrasse em sua pauta, já que o fim desta prejudicaria boa parte dos inconfidentes. No caso baiano, a divulgação de panfletos acabou disseminando a causa emancipacionista entre setores populares e favoráveis à abolição.
Assim que a Conjuração Baiana ganhava contornos mais radicais e populares, os líderes intelectuais da causa acabaram se afastando do movimento. Talvez, assim como os inconfidentes mineiros, eles temiam os efeitos de uma revolta emancipacionista conduzida pelas camadas menos favorecidas da população. Por fim, vemos que a revolta baiana se diferenciou da conspiração mineira assim que os agentes sociais de cada acontecimento se diferiram em suas origens e interesses.
Por Rainer Sousa
Mestre em História
Equipe Brasil Escola
ATIVIDADE NO CADERNO
1) Depois de ler o texto acima elabore uma tabela estabelecendo semelhanças e diferenças entre as revoltas.
2)Ler o texto “ O Mito dos Heróis Bandeirantes”. Página 328 e responda o exercício da página 331.
3)Ler “Conjuração Mineira” e “Conjuração Baiana’ páginas 430,431 e 432 e responder o exercícios nº 1 páginas 439 e 440.
BOA ATIVIDADE!!
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